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Como escolher looks reaproveitáveis de Natal e Revéillon

Como escolher looks reaproveitáveis de Natal e Revéillon

Postado por em nov 14, 2017 em Blog, Consultoria de Estilo | 0 comentários

As festas de fim de ano estão chegando e os planos para esses eventos começam a se desenhar. Entre eles, algo que aparece no topo da lista são os look das festas. Mesmo com a ajuda do décimo terceiro salário, hoje em dia ninguém quer ter um gasto em uma roupa para ser usada apenas uma vez.

Além disso, a roupa de fim de ano é bastante emblemática, principalmente a do réveillon, e as pessoas muitas vezes acham que não é adequado usá-la em outras ocasiões. Mas isso não é verdade. O branco, antes associado a determinados dress codes (como de médico, noiva ou do réveillon mesmo) virou moda e hoje já está integrado às coleções de todas as marcas.

Então, o que vestir? Devo comprar ou usar algo do armário?

Com as dicas abaixo, é possível identificar se já tem algo no armário que dê conta do recado ou se vai ser necessário comprar. Mas, caso compre algo novo, que sejam peças que possam ser usadas em diversas outras ocasiões.

1. Dê preferência a duas peças: ao escolher uma saia e um top, ou calça (pantacourt, bermuda etc) terá outras várias possibilidades de combinar essas peças separadas em outros looks

2. Opte por básicos: escolha peças sem muita informação visual como estampas, bordados e aplicações. Assim, fica mais fácil transitar com essas peças em diferentes ocasiões, do formal para o informal. Deixe o “trabalho” de dar o tom da festa para os acessórios

look reveillon saia
Você pode produzir seu look de reveillon com saia e blusa e sofisticar ou deixar mais descolado com acessórios.

3. Capriche nos acessórios: em primeiro lugar “estude” qual será o tipo de festa a que vai. Praia? Acessórios de materiais mais orgânicos, como palha, ráfia, madeira e pedras rústicas caem super bem. Festa em família? Acessórios tradicionais como pérolas ou aqueles que façam o seu estilo. Não tem muita regra. Festão de réveillon? Pode aumentar a dose de brilho, subir no salto e usar joias.

look saia dourada
look saia dourada descolada
4. Os metalizados combinam com o clima de Natal, mas podem ser usados no Ano Novo também, depende do seu estilo. Depois, você pode usar as peças no dia a dia, fazendo combinações com jeans, tênis e camiseta para quebrar o glamour.

5. Invista nos tecidos naturais: são aqueles que vem da natureza. São mais nobres, então vão bem em festas mais chiques, mas também não ficam acima do dress code em ocasiões mais informais se a peça for básica. Além disso, permitem que a pele respire, ótimos para o verão brasileiro. São eles a seda, o algodão, o linho.

look calça branca reveillon
6. A calça branca pode ser uma ótima opção para quem quer variar no look de réveillon e ela segue como peça bastante versátil ao longo do ano, principalmente se for de tecido natural, pois o branco não retém calor (estamos em um país tropical, nada como uma calça comprida que não faz a gente passar calor).
look calça branca descolado
Experimente combinar a calça branca com tops coloridos e camiseta! Fica elgante e criativo ao mesmo tempo.

7. Pode apostar no branco sem medo. Depois, basta usá-lo com peças que deem o tom de outras ocasiões, como calça social para o trabalho, ou misturá-lo com outras cores.

look saia branca descolado
A sua saia branca do reveillon pode render looks descolados…
look saia branca escritório
E também mais formais, que vão até para o trabalho!

Se você quiser escolher looks para uma festa especial nesse fim de ano pode contar com uma ajuda profissional: a minha! É legal aproveitar para fazer uma montagem de looks completa (ganhando vários de uma vez) e incluir as produções de Natal e Ano Novo ou montar uma mala de viagem onde vai passar a virada de ano. Outra opção é me contratar para escolher somente o look da festa (podemos comprar ou produzir com o que você já tem) que será ideal para você, na modelagem, caimento, cor e custo. Me escreve para conversarmos sem compromisso clicando aqui ou envia um e-mail para camilarochaestilo@gmail.com!

Moda Real x Moda Conceitual

Moda Real x Moda Conceitual

Postado por em set 21, 2017 em Blog, Moda | 0 comentários

O meu trabalho como consultora de estilo é fundamentalmente direcionado para a moda real. O que isso quer dizer? “Moda real” não é uma expressão oficial ou um termo acadêmico. É algo que surgiu pelo uso comum. Podemos classificar talvez como um jargão de mercado, mas não passa disso. Então, pelo meu entendimento, que se formou vendo seu uso corriqueiro, moda real é aquela que serve a propósitos práticos. Ou seja, a roupa que usamos em nossa rotina, as produções que as pessoas vestem para trabalhar, ir ao cinema, malhar. Não é a roupa especial, a exceção, a que vemos em editoriais de revistas, em tapetes vermelhos de festas do cinema, em celebridades que parecem inatingíveis.

Portanto, essa roupa (e os acessórios que a complementam) deve se adequar ao nosso corpo e não o contrário. Deve nos vestir bem, ficar bem colocada na nossa figura. Também deve ser confortável. E servir a seu propósito, ou seja, se é para trabalhar tem que estar adequada para as funções que a sua profissão exige. E, para tanto, deve também transmitir as mensagens adequadas. Me explico: se você trabalha como professora de escola infantil certamente se movimenta bastante e precisa de peças com tecido flexível. Mas, também, precisa aparentar abertura e credibilidade. E, imagino, queira estar elegante e bonita.

Melania Collage

Manga bufante desfilada pela Gucci, em setembro de 2017. Ao lado, Melania Trump em seu primeiro discurso como primeira dama, no mesmo mês, usando modelo Del Pozo. Em breve as mangas bufantes estarão popularizadas.

Muito bem. Então a moda real é de extrema importância para mim. Mas a moda conceitual, aquela que se aplica muitas vezes às exceções que citei, também. E por que isso? Em primeiro lugar, por que eu gosto. Em segundo, por que é de conceitos, de quem cria, imagina, antevê, que tiramos novas ideias, inspirações. A arte é assim. A ciência é assim. Sei que para muita gente, as coleções apresentadas em passarela parecem coisa de outro mundo, “algo que ninguém usaria”. São, muitas vezes, conceitos. Ideias em estado “bruto” que serão depois assimiladas, reinterpretadas e colocadas em prática nas ruas. Podem ser propostas ousadas que nos fazem refletir sobre o uso que estamos fazendo das roupas. Quem disse que as mangas devem ser sempre assim ou assado? Aí vem um estilista e as aumenta ou as suprime. E quem disse que homem não pode usar saia? Alguns estilistas pensam nessas coisas e propõe algo diferente. Outros, querem apenas transmitir sensações com as roupas que criam, desafiando os padrões estéticos.

blazer 2 Collage

Blazer alongado da coleção da Gucci primavera 2018 e inspiração usada nas ruas

A moda conceitual, hoje em dia, está mais evidente nos desfiles de alta costura. Os desfiles que vemos nas semanas de moda de São Paulo, Paris, Nova York, estão mais alinhados à moda real, procurando identificar os gostos e o estilo dos consumidores de cada marca. Mas, mesmo esses eventos, sempre trazem muitos conceitos pontuados. São as estranhezas que a gente vê na passarela, como golas muito grandes ou modelagens incomuns.

A moda conceitual também aparece em editoriais de revistas, em ensaios fotográficos que nos contam histórias, nos propõem um novo olhar sobre o que é considerado belo e interessante. Ela é importante pois é arte. Basta dar um Google e averiguar as exposições em cartaz hoje nos principais museus do mundo. Todos trazem algum tema de moda. A arte expressa, debate, canaliza, reinterpreta, enfatiza o que somos, sentimos, fazemos e valorizamos enquanto sociedade. Portanto, o conceito me ajuda a crescer, a alimentar a criatividade e pode ser aplicado como uma ideia. O real é aquilo com que trabalho, com que me conecto com clientes, que uso como matéria-prima essencial na identificação do estilo de cada um.

O conforto pessoal direcionando a moda

O conforto pessoal direcionando a moda

Postado por em jul 13, 2017 em Blog, Moda | 0 comentários

Athleisure: atlético, versátil, casual e sem gênero, o estilo saiu das ruas paras as passarelas e mostra que conforto e praticidade são prioridades para o consumidor atual

As tendências surgem de uma convergência de fatores, nem sempre muito fáceis de explicar, mas que são possíveis de detectar. Você já deve ter reparado que, cada vez mais, as pessoas têm se vestido de forma mais confortável, usado roupas que parecem saídas da academia ou da aula de yoga, em ambientes um pouco mais arrumadinhos. As pessoas já não parecem mais que saíram da academia e deram um pulinho no supermercado. Você pode ver moças no shopping, almoçando no sábado e até em eventos noturnos usando calças de moletom e abrigos esportivos. Os logos de empresas do ramo até voltaram na moda, em um revival dos anos 90 – eu disse que é um conjunto de fatores que forma uma tendência. Essa moda tem o nome de Athleisure – conjunção das palavras athletic e pleasure.

foto dupla

Street Style

Pois bem, o conforto está no centro na moda. E isso veio não de cima para baixo, com as grandes grifes apresentando o que devemos desejar, mas, sim, de forma linear, ou circular, ou ainda difusa. Ou seja, veio da sociedade, das ruas, de outras áreas que não apenas da moda.

A valorização do bem-estar, de uma vida saudável, mais conectada com o que somos, o que queremos, nos faz desejar usar coisas que destaquem mais quem somos. Ou seja, tecidos leves, cores neutras, que nos permitam nos mover, que sejam um veículo e não se destaquem mais do que a gente mesmo. O home office também é cada vez mais comum, então quem trabalha em casa quer estar numa boa, mas eventualmente, precisa sair. Essa é uma linha do conforto.

kourtney kardashian
Kourtney Kardashian exibe a boa forma

Outra linha que emerge é a do culto ao corpo, da figura perfeita, do fitness, da superação de limites. A ela se une a tecnologia têxtil que vem avançando, trazendo novidades. Tecidos que ajudam na prática esportiva, mas que também são uma evolução para o uso cotidiano. Se adequam à temperatura ambiente, tem efeito antibacteriano e evitam odores. Os calçados trazem aperfeiçoamentos que evitam lesões e podem ser uteis para quem caminha muito, mesmo sem praticar esportes de alta intensidade, em viagens ou usando transporte urbano, por exemplo.

Sendo assim, porque não levar todos esses usos e essas mensagens para diversas ocasiões da vida? E foi isso o que aconteceu, naturalmente as pessoas passaram a levar o tênis da corrida, a calça do pilates, o colantt do balé para passear em outros cenários. A falta de tempo exige praticidade e trocar de roupa em alguns momentos pode ser complicado. Além disso, pode ser algo interessante e até um fator de status mostrar a atividade física que você pratica. E foi aí que um terceiro fator se impôs: o estilo pessoal hoje conta muito para o planejamento da indústria de moda.

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Street Style

Marcas fornecedoras de material esportivo optaram por atacar a categoria fabricando produtos mais versáteis e atraentes para os consumidores. Foi assim que fizeram as gigantes Under Armour; Puma (com coleção de Rihanna); Nike, com coleções sofisticadas, como a feita com Riccardo Tisci, o ex-diretor criativo da Givenchy, e com e inúmeras novas parcerias criativas, como a da emblemática empresa carioca Farm com a Adidas. Recentemente estive em Miami Beach e a Adidas, além da concept store, abriu duas lojas específicas, uma para a Y3 – Yohji Yamamoto e outras para a linha da Stella McCartney.

Alexander Wang para Adidas
Alexander Wang para Adidas

Ao mesmo tempo, os grandes estilistas também começaram a beber nessa fonte. A Louis Vuitton fez uma coleção suntuosa para o inverno 2016/2017. Alexander Wang também faz peças com forte apelo esportivo há algum tempo. Foi um dos primeiros a captar essa nova onda. No começo de 2017, lançou uma coleção de sucesso com a Adidas. Também vimos a Valentino fazendo peças inspiradas no balé e criando sapatilhas que viraram febre de consumo e alvo de cópias. Nas passarelas, o estilo foi apresentado há cerca de um ano, mas a tendência começa a se disseminar agora, chegando ao design de coleções de muitas outras marcas, ao mesmo tempo em que vemos marcas esportivas se sofisticarem para ganhar as ruas.

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T by Alexander Wang e linha fitness da brasileira Animale

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Sapatilhas Valentino

Confira também meu painel no Pinterest com inspirações e dicas de looks confortáveis que vão da academia para qualquer lugar!

Um workshop para encontrar seu estilo

Um workshop para encontrar seu estilo

Postado por em jul 10, 2017 em Blog, Consultoria de Estilo | 0 comentários

E chegamos à segunda edição do workshop Guarda-Roupa Sem Crise! Foi na tarde do sábado, dia 1º de julho, que me reuni com a parceira Juliana Sena e mais seis alunas para passar conhecimento em estilo pessoal e experiências.

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Eu e a Ju pensamos nesse formato para proporcionar uma experiência de consultoria de estilo que fosse mais acessível, sem perder a eficácia. Por isso, o modelo workshop, que é mais do que um curso, é uma oficina interativa (daí nasceu o termo em inglês, que significa oficina de trabalho). Também montamos turmas reduzidas e nos unimos em uma dupla, assim é possível dar atenção e realmente discutir as ideias de cada uma durante os exercícios.

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Para esta segunda edição, ampliamos a parte prática e, para isso, foi fundamental a parceria da Upper Bag, um e-commerce inovador que manda bags (malinhas) de roupas e acessórios de acordo com o estilo do cliente. Funciona assim: você preenche um cadastro no site, colocando suas informações pessoais e dados de altura e medidas, e também dá dicas de gostos pessoais, hábitos e necessidades. Eles têm uma equipe de personal stylists que entram em contato com você via WhatsApp para pegar detalhes e depois preparam uma malinha com peças com o seu perfil. A malinha chega na sua casa e você pode escolher as peças que quer comprar, sem compromisso. Depois eles retiram o que você não quiser ficar.

Eu conversei com o Alexandre Abrahão, CEO da Upper BAG, sobre a parceria e ele foi muito receptivo desde o começo. Nós passamos diferentes perfis para a equipe e eles nos enviaram malinhas para que tivéssemos boa variedade de peças para os exercícios com as alunas. Foi ótimo! Ainda mais para um programa de aula como o nosso, em que partimos da relação que temos com o guarda-roupa para falar de estilo pessoal.

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Nosso principal objetivo com o workshop é levar as alunas a fazerem uma autoanálise para que percebam quem são, o que querem e o que precisam. O autoconhecimento nos leva a ter clareza. E com isso, começamos a enxergar nosso estilo. Ensinamos técnicas para ter essa “autovisão”. As alunas identificam qual estilo possuem e se tem mais de um – sim, é possível ter uma mistura de estilos. E aí, começamos a exercitar a coerência e a criatividade em expressar a personalidade ao se vestir. Por isso, trabalhar com peças após o lado teórico e conceitual é importante – pois ativa o aprendizado ali mesmo, na hora.

Gente, é tão legal! Sem modéstia aqui…. Bom, assim que tivermos mais informações sobre a terceira edição, venho correndo avisar aqui e nas minhas redes sociais > me sigam por lá também @camila.estilo.

Fotos: Jéssica Liar

Entrevista na EPTV

Entrevista na EPTV

Postado por em jun 20, 2017 em Blog, Consultoria de Estilo | 0 comentários

Durante muito tempo estive do outro lado do balcão e sei como uma participação na mídia tem seu valor. Por isso, além de ter ficado muito feliz, pois foi algo muito divertido de fazer (afinal adoro e ainda a equipe é maravilhosa), fico lisonjeada e orgulhosa com a matéria que participei no programa Mais Caminhos, da EPTV, afiliada da Globo em Campinas e região. Clique aqui e veja o vídeo, pois o tema é interessante: como os homens devem se vestir após os 30 anos. Tem jeito certo?

 

Consultoria de estilo para todo mundo

Consultoria de estilo para todo mundo

Postado por em jun 6, 2017 em Blog, Consultoria de Estilo | 0 comentários

Quando a gente ouve falar em consultoria de estilo ou personal styling, essas coisas parecem que existem só no mundo das celebridades. Ou são caras. Bom, eu sou consultora de estilo e uma das coisas que mais escuto, mais do que a pergunta: “o que é que você faz?” é “adoraria fazer uma consultoria, mas é caro”. Você sabe o preço? Me pergunta! Você sabe como é? Me pergunta! Mas, como ninguém perguntou (hahaha, brincadeira, tem gente que pergunta sim) fiz um canal no YouTube que vai mostrar quais são pontos que a consultoria trabalha. E os principais deles são justamente os pilares do workshop que criei com a Juliana Sena. Nosso principal objetivo foi desenvolver algo que fosse mais acessível, em tudo: no formato, no preço, no tempo, para quem quer encontrar ou desenvolver o próprio estilo. E para estrear o canal, fiz um vídeo que fala tudo sobre o workshop. Então clica aí e me conta o que acha! É para ninguém ter crise diante do guarda-roupa :)

 

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